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Brasil

Eleitor de 54 anos morre após passar mal na fila de votação em Muriaé

Vítima aguardava para votar no segundo turno; Samu e PM foram acionados, mas homem morreu no local

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Redação Biscoitei
25 de outubro de 2026, 21:01 2 min de leitura
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Eleitor de 54 anos morre após passar mal na fila de votação em Muriaé
Foto: Reprodução/og:image

Um eleitor de 54 anos morreu na manhã deste domingo (25) depois de passar mal enquanto esperava na fila para votar no segundo turno das eleições, em Muriaé, na Zona da Mata mineira. O caso ocorreu na Escola Estadual Professor Gonçalves Couto, no bairro Porto. Equipes do Samu e da Polícia Militar atenderam a ocorrência, mas a vítima não resistiu.

Segundo reportagem do G1, o homem começou a se sentir mal por volta das 9h e foi amparado por mesários e outros eleitores até a chegada do socorro. O óbito foi constatado no pátio da escola, onde a vítima aguardava a vez de votar. A Polícia Militar isolou a área para os procedimentos de perícia.

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais informou que a seção funcionava normalmente e que não houve interrupção da votação. O órgão disse que vai apurar as circunstâncias do ocorrido e reforçou que todos os locais de votação contam com kits de primeiros socorros e orientação para acionar o Samu em emergências.

A morte reacende o debate sobre a infraestrutura de saúde nos locais de votação, especialmente em municípios do interior onde as filas costumam ser longas e o calor intenso. Entidades de defesa do consumidor cobram a presença obrigatória de profissionais de saúde ou ambulâncias em escolas que recebem grande fluxo de eleitores.

Em nota, o TRE-MG lamentou o ocorrido e afirmou que revisará os protocolos de atendimento médico para as próximas eleições. A Justiça Eleitoral orienta que eleitores com condições de saúde sensíveis procurem votar nos horários de menor movimento e informem aos mesários qualquer necessidade de prioridade.

O episódio expõe a necessidade de estrutura mínima de socorro em ambientes de grande concentração durante o processo eleitoral. A apuração das causas da morte deve orientar eventuais mudanças nas normas de segurança do voto.

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