A professora Elenilda Moura, de 48 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória na manhã desta terça-feira enquanto se exercitava em uma academia na cidade de Tarauacá, no interior do Acre. Populares a socorreram e a levaram ao Hospital Dr. Sansão Gomes, de onde foi removida em estado grave para a capital regional.
Segundo reportagem do G1, a direção do hospital confirmou a transferência aérea para Cruzeiro do Sul, município a cerca de 400 quilômetros de distância, onde a paciente deve receber atendimento especializado. O quadro dela permanece grave.
A Secretaria de Saúde do Acre informou que a remoção ocorreu com suporte de UTI móvel aérea, procedimento padrão para casos de instabilidade hemodinâmica que exigem recursos indisponíveis na unidade de origem.
Casos de parada cardíaca durante atividade física reforçam a necessidade de equipamentos de emergência em academias. A legislação federal exige a presença de desfibriladores externos automáticos em estabelecimentos com grande circulação, mas a fiscalização varia entre os municípios.
Especialistas em medicina do esporte orientam que sintomas como dor no peito, falta de ar desproporcional ao esforço, tontura súbita ou palpitações irregulares devem interromper imediatamente o treino e motivar busca por atendimento médico.
A rápida ação de quem estava no local foi decisiva para manter a vítima viva até a chegada do suporte avançado.