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Brasil

Pianista alagoano de 11 anos representa o Brasil em festival em Portugal

Bento Camelo, que já acumula títulos no Brasil, toca no Festival de Piano Santa Cecília

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Redação Biscoitei
13 de julho de 2026, 21:43 2 min de leitura
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Pianista alagoano de 11 anos representa o Brasil em festival em Portugal
Foto: Reprodução/og:image

O pianista Bento Camelo, de apenas 11 anos, é o representante do Brasil no Festival de Piano Santa Cecília, realizado em Portugal. O jovem natural de Alagoas foi selecionado para o evento internacional que ocorre entre os dias 14 e 18 deste mês. A participação marca a estreia do músico em um festival fora do país.

Apesar da pouca idade, Bento Camelo já construiu uma trajetória consolidada nos palcos brasileiros. O musician conta com diversos títulos conquistados em competições nacionais, o que o credenciou a receber o convite para tocar no exterior. O festival português representa um novo patamar para o desenvolvimento artístico do alagoano.

Segundo reportagem do G1, a viagem ao festival europeu é um passo importante para a projeção internacional do artista. O evento reúne pianistas de diferentes países e oferece aos participantes a oportunidade de compartilhar repertório e experiências de performance em um ambiente de alta exigência técnica.

Trajetórias como a de Bento evidenciam o potencial de jovens instrumentistas que surgem em diferentes regiões do Brasil, muitas vezes longe dos grandes centros culturais tradicionais. A presença de um nordestino pré-adolescente em um festival internacional reforça que o acesso à formação musical clássica tem ganhado capilaridade no país.

No cenário musical de Goiânia, a revelação de talentos precoces também encontra espaço através de festivais e projetos de formação mantidos por universidades e escolas de música locais. A história do alagoano ressalta o impacto de iniciativas que incentivam a prática do piano desde a infância, ampliando as perspectivas de jovens goianos que almejam uma carreira na música erudita.

A atuação de Bento Camelo em Portugal demonstra que a dedicação precoce à música clássica pode abrir portas internacionais para jovens talentos brasileiros.

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