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Entretenimento

Novela "Lá na Minha Terra" tem Chapada Diamantina como cenário principal

Produção das seis da Globo usou a região baiana para construir a cidade fictícia de Lavra Seca

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Redação Biscoitei
29 de outubro de 2026, 11:02 2 min de leitura
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Novela "Lá na Minha Terra" tem Chapada Diamantina como cenário principal
Foto: Reprodução/og:image

A novela "Lá na Minha Terra", nova aposta da Globo para o horário das 18h, foi gravada na Chapada Diamantina, na Bahia. A região sertaneja serve de palco para a cidade fictícia de Lavra Seca, onde a trama escrita por Mario Teixeira se desenrola sob direção artística de Allan Fiterman.

O elenco, encabeçado por Dira Paes no papel de Rosenda e Danie Souza como Severino, deslocou-se para o interior baiano para registrar as sequências iniciais da produção. A escolha da Chapada Diamantina reforça a aposta da emissora em paisagens naturais como elemento narrativo, aproveitando formações rochosas, cachoeiras e a vegetação de caatinga para compor a atmosfera da história.

Segundo reportagem do Globo, a equipe de produção ocupou diferentes pontos da região durante as primeiras semanas de gravação. A logística envolveu deslocamento de equipamentos e estrutura de apoio para áreas de acesso restrito, o que demandou planejamento prévio com guias locais e órgãos ambientais.

A novela marca o retorno de Mario Teixeira ao horário das seis após trabalhos em outras faixas. A parceria com Allan Fiterman, que dirigiu produções como "Além da Ilusão", sinaliza uma linguagem visual que privilegia o realismo das locações em detrimento de estúdios, tendência observada em tramas recentes de época e temática regional.

A Chapada Diamantina já recebeu outras produções audiovisuais, mas a exposição em horário nobre da TV aberta costuma gerar efeito imediato na procura turística. Municípios como Lençóis, Andaraí e Mucugê aparecem no entorno das áreas usadas nas filmagens e integram roteiros de ecoturismo e turismo cultural na Bahia.

A ambientação na Chapada Diamantina coloca a geografia baiana no centro da narrativa e deve atrair olhares para o potencial cênico da região além dos circuitos tradicionais.

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