O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira estabelece um teto de erros linguísticos que o participante pode cometer na prova dissertativa sem prejuízo à pontuação final. A regra vale para a edição deste ano e mantém o padrão aplicado em ciclos anteriores.
A norma repassada aos corretores fixa o número máximo de desvios aceitos antes que a nota comece a cair. Textos que atingiram a pontuação máxima em anos anteriores apresentaram problemas de ortografia e concordância verbal, o que confirma a margem de tolerância prevista no edital.
Segundo reportagem do G1, a avaliação considera a competência linguística como um dos eixos, mas não exige texto isento de falhas para conceder a nota mais alta. O critério busca equilibrar o domínio da norma culta com a capacidade de argumentação e estruturação do tema.
O mecanismo de correção prevê faixas de desconto progressivo: a partir do limite estabelecido, cada erro adicional reduz a pontuação da competência correspondente. A banca avaliadora recebe orientação para identificar desvios recorrentes e punir apenas quando eles comprometem a clareza da comunicação.
Para os candidatos, a orientação dos especialistas é revisar o texto priorizando a coerência e a coesão, sem perder tempo caçando minúcias que não alteram a nota. O foco deve permanecer na defesa do ponto de vista e no uso adequado dos recursos argumentativos.
Conhecer o limite oficial permite ao estudante dosar o tempo de prova entre planejamento, escrita e revisão, evitando ansiedade desnecessária com detalhes que não impactam o resultado final.