Uma pesquisa realizada pela Quaest em maio de 2024, divulgada recentemente, revelou que 72% dos brasileiros afirmam ter poucas ou muitas dívidas para pagar. Esse número é composto por 29% que afirmam ter muitas dívidas e 43% que afirmam ter poucas dívidas. A pesquisa aponta um cenário preocupante para a economia do país, especialmente em estados como Goiás, onde a capacidade de consumo e a gestão financeira das famílias são fundamentais para o crescimento econômico.
A redução de 3% no percentual de pessoas com muitas dívidas e o aumento de 10% no percentual de pessoas com poucas dívidas em comparação com a pesquisa realizada em maio de 2025 podem indicar uma mudança no perfil do endividamento no Brasil. No entanto, é importante analisar como esses números se aplicam à realidade goiana.
Segundo o G1, a pesquisa Quaest também apontou que a redução do percentual de pessoas com muitas dívidas pode ser um sinal de que as famílias brasileiras estão começando a gerenciar melhor suas finanças. No entanto, o aumento do percentual de pessoas com poucas dívidas também pode indicar que muitas famílias ainda estão lutando para pagar suas contas.
Em Goiás, o perfil do endividamento pode ser influenciado por fatores como o desempenho da economia local, o nível de emprego e a renda média da população. De acordo com o G1, a economia goiana tem apresentado um desempenho estável nos últimos anos, com um crescimento médio anual de 3%. No entanto, o desemprego e a informalidade ainda são desafios significativos para a região.
A pesquisa Quaest também destaca a importância da educação financeira para ajudar as famílias a gerenciar melhor suas finanças e evitar o endividamento excessivo. Conforme apurou o G1, muitas instituições financeiras e organizações não governamentais estão oferecendo programas de educação financeira para ajudar as pessoas a melhorar sua gestão financeira.
A pesquisa Quaest aponta um cenário complexo para a economia de Goiás, com um grande percentual de famílias com dívidas. No entanto, com a redução do percentual de pessoas com muitas dívidas e o aumento do percentual de pessoas com poucas dívidas, há sinais de que as famílias goianas estão começando a gerenciar melhor suas finanças. É fundamental que as autoridades e as instituições financeiras continuem a trabalhar juntas para promover a educação financeira e ajudar as famílias a evitar o endividamento excessivo.