Tainá Militão compartilhou em suas redes sociais ter enfrentado uma crise de ansiedade intensa durante a 37ª semana de gestação. A influenciadora digital descreveu episódios de choro excessivo, tremores, falta de ar e sensação de medo e desespero. O relato destaca o suporte recebido do parceiro, Éder, durante o episódio.
Segundo reportagem do Globo, a influenciadora detalhou que os sintomas surgiram de forma repentina e a deixaram sem reação imediata. Ela contou que o companheiro permaneceu ao lado dela, acolhendo o momento sem minimizar o que estava acontecendo.
Especialistas em saúde materna apontam que quadros de ansiedade no terceiro trimestre são frequentes, mas nem sempre recebem a atenção necessária. O relato público de Tainá reacende o debate sobre a importância do acompanhamento psicológico no pré-natal.
A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 10% das gestantes enfrentam transtornos de ansiedade significativos. O suporte da rede de apoio — parceiro, família e equipe de saúde — é fator determinante para a evolução do quadro.
Em Goiânia, serviços de saúde mental materna são ofertados pela rede municipal e podem ser acionados pelas unidades básicas. A visibilidade do caso ajuda a reduzir o estigma e incentiva outras mulheres a buscarem ajuda profissional.
O depoimento da influenciadora expõe a realidade de muitas gestantes e reforça que pedir ajuda não é fraqueza, mas cuidado com a própria vida e a do bebê.