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Brasil

Mailza Assis define prioridades e defende mais mulheres no governo do Acre

Governadora reeleita com 66% dos votos concedeu primeira entrevista no Palácio Rio Branco

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Redação Biscoitei
26 de outubro de 2026, 19:30 2 min de leitura
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Mailza Assis define prioridades e defende mais mulheres no governo do Acre
Foto: Reprodução/og:image

A governadora reeleita do Acre, Mailza Assis (PP), apresentou as diretrizes do novo mandato em entrevista concedida nesta segunda-feira (26) no Palácio Rio Branco. Eleita com 66,21% dos votos válidos, ela abordou a ampliação da participação feminina na gestão e a articulação com a bancada federal acreana.

A entrevista foi exibida no Jornal do Acre 1ª edição, da Rede Amazônica Acre, um dia após a confirmação da vitória sobre Alan Rick (Republicanos), que obteve 33,79% dos votos. Segundo reportagem do G1, Assis destacou a continuidade de programas sociais e a busca por recursos em Brasília como eixos centrais da próxima gestão.

Sobre a composição do secretariado, a governadora sinalizou a intenção de ampliar a presença de mulheres em cargos de primeiro escalão. A declaração ocorre em um cenário de cobrança por maior representatividade feminina nos executivos estaduais, onde o Acre passa a ter a única governadora eleita pelo voto direto no pleito de 2026.

A articulação com os oito parlamentares da bancada federal acreana — três senadores e cinco deputados — foi apontada como estratégica para viabilizar investimentos em infraestrutura, saúde e segurança pública. Assis afirmou que pretende atuar como ponte entre as demandas locais e o governo federal.

O Tribunal Superior Eleitoral confirmou a totalização dos votos no domingo (25). A posse está prevista para 1º de janeiro de 2027, quando Assis iniciará o primeiro mandato completo à frente do executivo acreano, após assumir o cargo em abril de 2022 com a renúncia do então governador Gladson Cameli.

As primeiras declarações da governadora reeleita indicam um mandato focado na negociação parlamentar e na ampliação da representatividade de gênero na administração estadual.

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