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Brasil

Violência contra enfermeiros em Goiânia: um problema silencioso

Falta de dados oficiais em Goiás contrasta com a realidade alarmante de São Paulo

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Redação Biscoitei
29 de março de 2026, 19:34 2 min de leitura
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Violência contra enfermeiros em Goiânia: um problema silencioso

Em Goiânia, enfermeiros enfrentam um cenário preocupante de violência no trabalho, segundo relatos de sindicatos locais, apesar da ausência de dados oficiais. A situação reflete o que foi constatado em São Paulo, onde 80,3% dos enfermeiros relataram agressões, conforme pesquisa do Coren-SP.

Enquanto em São Paulo a discussão sobre medidas de proteção avança, como a instalação de câmeras de segurança e botões de pânico, em Goiânia, as ações são limitadas a iniciativas gerais de segurança, sem foco específico nos profissionais de saúde. A falta de estatísticas em Goiás impede uma análise comparativa com outros estados, mas os relatos indicam que a violência é uma realidade também na região.

O Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) reconhece a gravidade do problema, mas aponta a falta de recursos para realizar um levantamento abrangente. Segundo o G1, a ausência de dados dificulta a formulação de políticas públicas eficazes para proteger os enfermeiros locais.

Especialistas alertam que a invisibilidade do problema em Goiás pode mascarar sua verdadeira dimensão, deixando os profissionais vulneráveis. Em São Paulo, a pesquisa do Coren-SP revelou que as agressões ocorrem principalmente em unidades de urgência e emergência, com pacientes e familiares como principais agressores.

Para enfrentar o desafio, é crucial que as autoridades em Goiás priorizem a coleta de dados e a implementação de políticas específicas, garantindo a segurança dos enfermeiros e a qualidade do atendimento à população.

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