Nesta terça‑feira, 3 de outubro de 2026, a TV Fronteira estreou a série 'Pantaninho Paulista' no programa Fronteira Notícia. A produção reúne três reportagens que exploram a foz do Rio do Peixe, na divisa entre Presidente Epitácio e Panorama, no oeste de São Paulo. O objetivo é evidenciar a riqueza ecológica da região e os desafios de sua preservação.
A série é composta por três reportagens especiais que foram gravadas nas margens da confluência entre o Rio do Peixe e o Rio Paraná. Cada episódio traz imagens de fauna e flora típicas da zona úmida, além de entrevistas com biólogos e representantes de organizações não‑governamentais. A produção destaca a importância da região como corredor ecológico e como fonte de recursos hídricos para a população local.
Segundo reportagem do G1, a iniciativa da TV Fronteira busca chamar a atenção para a degradação causada por desmatamento ilegal e poluição agrícola nas áreas circundantes. Os produtores locais foram convidados a discutir práticas sustentáveis, enquanto autoridades municipais ressaltaram a necessidade de políticas de proteção mais efetivas. A exibição começou no programa Fronteira Notícia e deve se repetir nos próximos dias, ampliando o alcance da mensagem.
Desafios semelhantes são observados em outras áreas úmidas do Brasil, como o Araguaia e o Parque Estadual do Rio Vermelho, em Goiás, onde a expansão agrícola também pressiona os ecossistemas. Essas regiões compartilham a vulnerabilidade a intervenções humanas e a necessidade de estratégias de manejo integradas. A comparação reforça a urgência de políticas de conservação em escala nacional.
Para o público goiano, a série pode servir de referência ao mostrar modelos de engajamento comunitário e monitoramento ambiental que podem ser adaptados às realidades locais. A difusão de boas práticas pode contribuir para a preservação de áreas como o Araguaia, beneficiando tanto a biodiversidade quanto as comunidades que dependem desses recursos.
A série 'Pantaninho Paulista' coloca em foco a preservação de áreas úmidas, lembrando que a conservação depende de ações coordenadas em todo o país.