O Tribunal Superior Eleitoral estabeleceu em R$ 17,3 milhões o teto de gastos para as campanhas ao governo de Goiás nas eleições deste ano. O valor foi calculado com base no colégio eleitoral do estado, que soma aproximadamente 5 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar.
A definição segue a legislação eleitoral que vincula o limite de despesas ao número de votantes de cada unidade da federação. Com a publicação do teto, as coordenações de campanha passam a ter parâmetro fechado para planejar a alocação de recursos em rádio, televisão, material impresso e impulsionamento digital.
Segundo reportagem do Jornal Opção, a decisão do TSE foi corroborada por informações oficiais do tribunal e repercutida por veículos nacionais. O valor representa o teto máximo; cada candidatura poderá gastar até esse montante, desde que comprove a origem lícita dos recursos e apresente a prestação de contas nos prazos legais.
Na prática, o teto influencia diretamente a estratégia de exposição dos candidatos no interior goiano, onde a capilaridade de emissoras de rádio e portais regionais costuma demandar investimento pulverizado. A limitação também afeta a negociação de tempo de televisão e a contratação de equipes de mobilização de rua nas principais cidades do estado.
Com o teto definido, as pré-campanhas ganham régua concreta para fechar orçamentos e definir prioridades de mídia até o registro das candidaturas.