Na quinta-feira (2), por volta das 21h, Thiago Gomes de Oliveira, 38 anos, foi assassinado a tiros no Jardim Anhangá, Duque de Caxias, Baixada Fluminense. A vítima aguardava ônibus na Avenida Canal da Figueira para ir ao trabalho quando foi atacada.
Bandidos armados encurralaram a vítima no local, que fica às margens da Rodovia Rio-Teresópolis.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o homicídio, sem prisões ou motivação definida até o momento.
A ocorrência aconteceu por volta das 21h, quando Thiago se preparava para iniciar seu turno noturno.
Testemunhas relataram que dois homens em uma motocicleta se aproximaram e efetuaram os disparos sem qualquer discussão prévia, fugindo em seguida.
A perícia esteve no local para coletar evidências, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal.
Conforme apurou o G1, a vítima era moradora do bairro e trabalhava em um estabelecimento comercial nas proximidades.
Familiares e amigos prestaram depoimento à polícia, que busca imagens de câmeras de segurança na região para identificar os responsáveis.
Até o fechamento desta reportagem, não houve prisões.
A Baixada Fluminense historically registra altos índices de violência, com homicídios frequentes em áreas de grande circulação.
Especialistas apontam que a falta de iluminação e policiamento ostensivo em pontos de transporte público contribui para a exposição de trabalhadores a riscos, um problema crônico na região metropolitana do Rio.
Em Goiânia, a segurança em pontos de ônibus e estações também é uma preocupação constante, com relatos de assaltos e agressões durante o período noturno.
Autoridades locais têm discutido medidas como reforço no patrulhamento e instalação de câmeras, mas casos de violência contra trabalhadores ainda ocorrem com certa frequência, espelhando a desafio nacional.
A morte de Thiago soma-se a uma estatística preocupante de vítimas de violência em trajetórias de trabalho.
Para especialistas, a proteção de pontos de transporte deve ser priorizada em políticas públicas de segurança, especialmente em regiões periféricas, onde a população depende mais do transporte coletivo.
O caso destaca a vulnerabilidade de trabalhadores em deslocamento noturno e reforça a necessidade de ações integradas entre estados e municípios para garantir segurança em áreas de grande fluxo de pessoas.