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Brasil

Temporais atingem RS no sábado e podem afetar logística do primeiro turno

Chuva forte e granizo previstos para madrugada de domingo exigem atenção de eleitores e mesários no estado

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Redação Biscoitei
03 de outubro de 2026, 12:30 2 min de leitura
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Temporais atingem RS no sábado e podem afetar logística do primeiro turno
Foto: Reprodução/og:image

O Rio Grande do Sul enfrenta novo episódio de tempo severo a partir deste sábado, com risco de alagamentos e ventos destrutivos nas horas que antecedem a votação. A instabilidade deve perder força ao longo do domingo, mas a madrugada e o início da manhã ainda terão precipitação em diversas regiões.

Boletins da MetSul Meteorologia, Climatempo e do Instituto Nacional de Meteorologia indicam que a frente fria ganha intensidade entre a tarde de sábado e a madrugada de domingo, com volumes que podem superar 80 milímetros em curto período. Segundo reportagem do G1, a Defesa Civil estadual já emitiu alerta para granizo de médio porte e rajadas acima de 80 km/h nas regiões Metropolitana, Central e Norte do estado.

A coincidência com o calendário eleitoral preocupa tribunais regionais e prefeituras. O TRE-RS orienta mesários a proteger urnas eletrônicas com lonas plásticas e a verificar condições de acesso aos locais de votação antes da abertura das seções. Em Porto Alegre, a EPTC prepara rotas alternativas para ônibus que atendem colégios eleitorais em áreas de risco de alagamento.

Episódios semelhantes em 2022 e 2018 mostraram queda de comparecimento nas primeiras horas de votação quando choveu forte na capital gaúcha. Naquele ano, a abstenção nas seções mais afetadas ficou até 4 pontos percentuais acima da média estadual, segundo dados do tribunal.

Eleitores podem consultar a situação de seu local de votação pelo aplicativo e-Título ou pelo site do TRE-RS, que será atualizado em tempo real. A recomendação oficial é sair de casa com antecedência, levar documento com foto e, se possível, votar no período da tarde, quando a previsão aponta tempo firme na maior parte do território.

O episódio reforça a necessidade de planos de contingência climática para pleitos futuros, inclusive em estados onde chuvas de primavera costumam coincidir com o calendário eleitoral.

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