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Goiânia

Telemedicina pode cortar custo por paciente de R$ 220 para R$ 66 em Goiânia

Secretário municipal de saúde projeta economia que desafogaria UPAs e reduziria filas de espera na capital

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Redação Biscoitei
20 de julho de 2026, 16:30 1 min de leitura
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Telemedicina pode cortar custo por paciente de R$ 220 para R$ 66 em Goiânia
Reprodução/Mais Goiás

A implementação da telemedicina na rede municipal de Goiânia tem potencial para reduzir o custo médio por atendimento de R$ 220 para R$ 66, segundo o secretário municipal de saúde. A projeção foi divulgada pelo portal Mais Goiás.

A economia de 70% por paciente permitiria realocar recursos para ampliar especialidades, comprar insumos e contratar mais profissionais nas unidades presenciais. O secretário destacou que o modelo digital também deve diminuir a pressão sobre as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), hoje sobrecarregadas com casos de baixa complexidade.

Pacientes com queixas leves — como resfriados, dores de cabeça ou renovação de receitas — seriam atendidos por videochamada, liberando leitos e equipes para urgências reais. A medida acompanha tendência já testada em outras capitais, onde a telemedicina absorveu até 30% da demanda ambulatorial nos primeiros meses.

A pasta não informou cronograma de implantação nem quantos usuários seriam contemplados na fase inicial. A expectativa é que o edital de contratação da plataforma saia ainda neste semestre, com treinamento das equipes nas semanas seguintes.

Se confirmada a projeção, a telemedicina pode se tornar a maior iniciativa de eficiência na saúde municipal dos últimos anos, com impacto direto no tempo de espera da população.

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