A startup gaúcha Insect Protein, cofundada por Adriana Bender, busca aprovação da Anvisa para comercializar petiscos de insetos, apresentados no South Summit Brazil em abril de 2024, em Porto Alegre.
Com foco em sustentabilidade, a empresa desenvolve produtos como farinha de grilo e larvas da mosca soldado negra, visando oferecer uma alternativa proteica com menor impacto ambiental, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
O mercado goiano, com sua forte base no agronegócio, é um alvo estratégico para a Insect Protein, que vê potencial na integração de grãos como soja e milho na criação de insetos, conforme apurado pelo G1.
A aceitação cultural no Brasil ainda é um desafio, mas a empresa aposta em campanhas de educação alimentar para popularizar o consumo de insetos, uma prática comum em países da Ásia e África.
Segundo a Anvisa, a regulamentação de alimentos à base de insetos está em avanço, com diretrizes específicas para garantir a segurança alimentar e os benefícios nutricionais dos produtos.