O sábado marcou o penúltimo dia da 61ª edição da São Paulo Fashion Week no Pavilhão das Culturas Brasileiras, dentro do Parque do Ibirapuera. Quatro grifes com DNA autoral ocuparam a passarela diante de plateia repleta de celebridades e profissionais do setor.
A programação trouxe Aluf, Normando, Cria Costura e Dendezeiro, marcas que vêm ganhando espaço no circuito nacional por propostas que misturam referências regionais, sustentabilidade e modelagem experimental. Segundo reportagem do Globo, o público acompanhou de perto as apostas de silhueta, cor e material que devem ditar o ritmo das coleções das próximas estações.
A presença de atrizes, influenciadores e estilistas nas primeiras fileiras reforça o papel do evento como vitrine de comportamento e negócios. O movimento nos corredores e nas áreas de ativação de marcas parceiras indicou aquecimento do mercado de luxo e de streetwear premium, segmentos que vêm crescendo acima da média do varejo de moda no Brasil.
Em Goiânia, lojas multimarcas e ateliers de alto padrão costumam usar o desfecho da SPFW como termômetro para encomendas e curadoria de mix. A proximidade logística com São Paulo e o perfil de consumo da capital goiana — forte em festas, casamentos e eventos sociais — fazem com que as tendências vistas no Ibirapuera cheguem às vitrines locais em ciclos curtos, muitas vezes ainda durante a temporada.
O domingo encerra a semana com mais desfiles e a expectativa de que as imagens e os destaques de passarela orientem compras de varejo e decisões de produção das confecções do Centro-Oeste nos próximos meses.
A SPFW N61 consolida-se como principal bússola criativa do mercado brasileiro, com reflexo direto no planejamento de coleções e no varejo de Goiânia.