Durante a Semana Santa, Belo Horizonte terá ponto facultativo na quinta-feira (2) e feriado nacional no domingo (5), com serviços essenciais funcionando normalmente. Em Goiânia, a Prefeitura ainda não anunciou medidas oficiais, o que deixa população e comerciantes em expectativa sobre o abre e fecha na cidade.
O calendário de funcionamento em Belo Horizonte durante a Semana Santa foi definido pela prefeitura, com ponto facultativo na quinta-feira (2) e feriado de Páscoa no domingo (5). Isso significa que repartições públicas municipais e escolas da rede municipal estarão fechadas, enquanto serviços de saúde de urgência, como UPAs 24h e o Hospital Metropolitano Odilon Behrens, mantêm atendimento normal.
Segundo o G1, o comércio no Centro e nos shoppings pode operar em horário especial, desde que seja decisão dos lojistas, e o transporte público coletivo segue a tabela de domingos e feriados. A medida busca equilibrar o descanso dos trabalhadores com a demanda turística esperada para o período.
Em Goiânia, a situação ainda não foi oficializada pela Prefeitura. Historicamente, a capital goiana tem decretado ponto facultativo em datas como a Semana Santa, mas este ano não há confirmação até o momento. A ausência de um decreto gera insegurança entre os setores que dependem de planejamento prévio.
Para o goianiense, a referência de BH serve como um indicativo do que pode ocorrer. Se a prefeitura local seguir o exemplo, serviços municipais devem fechar, enquanto hospitais, UPAs e transporte público podem ter redução de expediente. O comércio, por outro lado, tende a adotar horários diferenciados conforme a demanda.
A expectativa é que a Prefeitura de Goiânia se pronuncie nos próximos dias, permitindo que a população se organize. Enquanto isso, especialistas recomendam acompanhar os canais oficiais e verificar diretamente com estabelecimentos sobre horários especiais.
A definição do funcionamento dos serviços em Goiânia durante a Semana Santa é aguardada com ansiedade, pois impacta diretamente a rotina da população. A comparação com Belo Horizonte ajuda a antecipar possíveis cenários, mas a decisão final cabe à administração municipal.