A PUC-Campinas ampliou sua rede de ambientes imersivos e laboratórios de fabricação digital para integrar tecnologia ao processo de aprendizagem. Estudantes passam a observar, criar e testar protótipos em espaços projetados para experimentação prática.
Segundo reportagem do G1, a universidade paulista investiu em salas de realidade virtual, impressoras 3D de grande formato e bancadas de eletrônica para suportar projetos interdisciplinares. O modelo prevê que alunos de diferentes cursos colaborem na resolução de problemas reais desde o primeiro semestre.
Os novos espaços funcionam como hubs de inovação onde professores atuam como mentores em vez de apenas transmitir conteúdo. A estrutura permite ciclos rápidos de ideação, prototipagem e validação, reduzindo o tempo entre conceito e teste funcional.
Especialistas em gestão universitária apontam que a integração de tecnologias imersivas ao currículo básico, e não apenas a disciplinas optativas, representa mudança estrutural no ensino superior. A experiência da PUC-Campinas serve de referência para instituições que buscam modernizar metodologias sem perder rigor acadêmico.
A expansão dos laboratórios imersivos na PUC-Campinas sinaliza tendência de tornar a experimentação tecnológica parte central da formação profissional. O desafio agora é escalar o modelo para diferentes realidades orçamentárias e curriculares.