O goleiro Paulo Vítor afirmou que não há mais rusgas com o presidente do Atlético-GO, Adson Batista, depois da vitória rubro-negra sobre o Goiás no clássico disputado na Serrinha. O jogador admitiu ter entrado em campo muito agitado, mas disse que a situação está superada.
A polêmica começou quando o arqueiro direcionou gritos hostis ao camarote da diretoria durante a partida. A atitude gerou repercussão imediata entre torcedores e comentaristas esportivos.
Segundo reportagem do Globo, o jogador explicou que a tensão natural do clássico explicou o comportamento, mas que conversou com o dirigente depois do apito final e selou a paz.
O episódio reacendeu discussões sobre o clima interno do elenco atleticano e a pressão que cerca os confrontos regionais. A torcida repercutiu nas redes sociais os gritos direcionados ao camarote.
Em Goiânia, o clássico entre Atlético-GO e Goiás mobiliza a cidade e episódios como esse ganham dimensão extra pela rivalidade histórica entre os clubes.
A declaração do goleiro busca baixar a temperatura, mas o episódio segue como assunto nas rodas de torcedores goianienses.