Na Copa do Mundo de 2022, a Inglaterra eliminou o México por 3 a 0 nas oitavas de final, mas a reação dos torcedores mexicanos foi de orgulho, não desânimo. Em Goiânia, esse sentimento ressoa entre os fãs da seleção brasileira, que já vivenciaram emoções semelhantes em edições passadas, como em 2014.
A seleção mexicana, apesar da derrota, foi aplaudida por sua coragem e estilo de jogo, com jogadores como Héctor Herrera e Raúl Jiménez sendo celebrados mesmo após a eliminação. A torcida mexicana, em estádios e nas ruas, cantou e dançou, transformando a derrota em um ato de identidade nacional. Segundo o G1, o sentimento de orgulho foi tão forte que muitos torcedores afirmaram que ‘o México venceu mesmo perdendo’.
Em Goiânia, esse sentimento não é陌生. Após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha na Copa de 2014, torcedores goianienses saíram às ruas com bandeiras e camisas da seleção, celebrando a garra da equipe. O clima não foi de tristeza, mas de admiração por um time que lutou até o fim. A mesma energia se repete hoje, quando a seleção brasileira enfrenta adversidades e a torcida se une mais pelo espírito do que pelo resultado.
A menção à Noruega na manchete inicial é incorreta: a seleção nórdica não se classificou para a Copa de 2022, nem Erik Haaland atuou na competição. A confusão pode ter surgido por conta da popularidade do jogador, que atua pela seleção da Noruega em eliminatórias, mas não na fase final da Copa. A Inglaterra, por sua vez, foi eliminada nas quartas por a França, conforme apurou o G1, e não enfrentou a Noruega em nenhuma fase.
Em Goiás, o esporte é mais que vitória: é pertencimento. Clubes como Atlético Goianiense e Goiás têm torcedores que vivem os altos e baixos com a mesma intensidade, e essa cultura se transpõe para a seleção. Quando a equipe nacional sofre, os goianienses não desistem — eles se reforçam. É nesse momento que o futebol deixa de ser apenas jogo e se torna comunidade.
A Copa do Mundo prova que o esporte não se mede só por títulos, mas pela capacidade de unir, emocionar e inspirar — mesmo nas derrotas. Em Goiânia, essa lição é vivida todos os dias.