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Brasil

ONU Recomenda 'Voz Ativa' em Notícias de Violência

Mudança na narrativa pode influenciar percepção pública sobre violência contra mulheres

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Redação Biscoitei
16 de abril de 2026, 02:16 2 min de leitura
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ONU Recomenda 'Voz Ativa' em Notícias de Violência

A Organização das Nações Unidas (ONU) sugeriu que as notícias sobre violência contra mulheres sejam escritas na 'voz ativa', responsabilizando assim o agressor. Esse ajuste na forma de narrar pode influenciar a percepção pública sobre o problema. No Brasil, a violência contra mulheres é uma questão grave, com 12.774 casos de estupros registrados em 2022, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

A ONU argumenta que a linguagem utilizada nas notícias pode ter um impacto significativo na forma como a sociedade percebe a violência contra mulheres. Ao usar a 'voz ativa', as notícias podem ajudar a esclarecer que o agressor é o responsável pelo ato de violência, e não a vítima.

Segundo o CNN Brasil, a mudança na narrativa pode ser um passo importante para combater a violência contra mulheres. Conforme apurou o CNN Brasil, a forma como as notícias são escritas pode influenciar a percepção pública e, consequentemente, as ações tomadas para prevenir a violência.

Em Goiânia, a violência doméstica é um problema recorrente, e a mudança na narrativa pode ter um impacto positivo na percepção da comunidade sobre a violência contra mulheres. De acordo com o CNN Brasil, a implementação da 'voz ativa' nas notícias locais pode ser um passo importante para combater a violência contra mulheres na região.

A relevância da mudança na narrativa é ainda mais importante em cidades como Goiânia, onde a violência contra mulheres é uma questão grave. A adoção da 'voz ativa' nas notícias pode ajudar a esclarecer a responsabilidade do agressor e a promover uma cultura de respeito e igualdade de gênero.

A recomendação da ONU para o uso da 'voz ativa' em notícias sobre violência contra mulheres é um passo importante para combater a violência contra mulheres. A mudança na narrativa pode influenciar a percepção pública e promover ações para prevenir a violência.

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