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Brasil

Onda de calor, seca e incêndios pressionam Goiás e reduzem reservatórios

Governador Ronaldo Caiado confirma cenário crítico; falta de chuva afeta abastecimento e economia local

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Redação Biscoitei
16 de agosto de 2026, 09:30 2 min de leitura
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Onda de calor, seca e incêndios pressionam Goiás e reduzem reservatórios
Foto: Reprodução/og:image

Goiás enfrenta uma combinação de calor extremo, estiagem prolongada e multiplicação de focos de incêndio que atinge áreas rurais e urbanas. O quadro reduziu o volume dos reservatórios e já impacta o abastecimento de água em diferentes municípios.

Segundo reportagem do G1, o governador Ronaldo Caiado confirmou que o estado atravessa uma temporada atípica de calor, seca e incêndios. A situação tem se estendido por semanas sem previsão de chuvas significativas, o que agrava a perda de umidade no solo e eleva o risco de novos focos.

A redução do nível dos reservatórios compromete a captação para consumo humano e para atividades produtivas. Em paralelo, setores da economia local registram aumento no desemprego, reflexo da paralisação de obras agrícolas e da menor atividade no comércio e nos serviços ligados ao campo.

Corpo de Bombeiros e Defesa Civil atuam em regime de alerta para conter incêndios em vegetação nativa e pastagens. A fumaça densa já afeta a qualidade do ar em cidades do entorno de Goiânia, aumentando a procura por atendimento respiratório em unidades de saúde.

Especialistas ouvidos pela imprensa local associam o padrão climático à atuação de massas de ar seco estacionárias, intensificadas por mudanças no regime de chuvas. A previsão para os próximos dias mantém temperaturas acima da média histórica e umidade relativa do ar abaixo de 20% à tarde.

A conjugação de fatores climáticos e socioeconômicos exige coordenação entre estado, municípios e sociedade civil para proteger populações vulneráveis e manter serviços essenciais.

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