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Brasil

Moda agênero: estilista baiana fatura R$ 250 mil e inspira mercado goiano

Isa Silva, de Barreiras, construiu marca inclusiva que já desfilou no SPFW e se tornou referência para empreendedores do Centro-Oeste.

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Redação Biscoitei
06 de abril de 2026, 02:25 2 min de leitura
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Moda agênero: estilista baiana fatura R$ 250 mil e inspira mercado goiano

Isa Silva, designer natural da Bahia, transformou sua oficina em casa em uma grife de moda sem gênero, com receitas mensais girando em torno dos R$ 250 mil.

Sua visão de vestuário universal brilhou na passarela do São Paulo Fashion Week, chamando a atenção do público.

O sucesso dela acende o debate sobre o potencial desse segmento no mercado goiano.

Para a criadora, a essência de sua label é 'vestir a humanidade', suprimindo qualquer divisão de gênero nos cortes e estilos.

O negócio iniciou em 2018, com produções caseiras, e hoje atende consumidores de Norte a Sul do Brasil.

A postura inclusiva vai além de discurso, tornando-se um trunfo no mercado que atrai clientela variada.

De acordo com o G1, o salto nos negócios veio após a estreia no evento paulista em 2023, projetando a grife para todo o país.

A linha exibida na capital paulista consolidou o conceito sem gênero e rendeu acordos com varejistas multimarca.

Esse volume financeiro, conforme a reportagem, cresceu mais de 300% no biênio recente.

O caso de Isa Silva ecoa em Goiás, onde o setor de moda busca se reinventar.

Embora o estado ainda não tenha uma marca com números equivalentes, estilistas de Goiânia relatam crescimento na procura por peças sem demarcação de gênero.

A tendência acompanha movimentos globais de inclusão e sinaliza uma mudança no comportamento do consumidor local.

Para o ecossistema fashion goiano, o exemplo baiano mostra que é possível escalar um negócio com identidade forte e foco em propósito.

Enquanto marcas regionais oscilam entre R$ 50 mil e R$ 150 mil mensais, o desempenho de Isa Silva estabelece um novo patamar de ambição para o setor no Centro-Oeste, incentivando investimentos em criatividade e sustentabilidade.

O triunfo da label sem gênero de Isa Silva demonstra que a moda inclusiva transcendeu o caráter de nicho, convertendo-se em um setor rentável cujos efeitos já atingem a indústria têxtil goiana.

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