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Brasil

Manifestação em terminal de ônibus na Grande BH expõe problemas que também afetam Goiânia

Protesto em Vespasiano reivindica pontualidade e redução de tarifa; na capital goiana, passageiros reclamam de superlotação e qualidade do serviço.

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Redação Biscoitei
30 de março de 2026, 22:33 2 min de leitura
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Manifestação em terminal de ônibus na Grande BH expõe problemas que também afetam Goiânia

Passageiros revoltados com a precariedade do transporte público bloquearam o terminal Morro Alto, em Vespasiano (MG), na manhã desta sexta-feira (27), exigindo cumprimento de horários, redução das passagens e fim da superlotação.

A Polícia Militar interveio para mediar o diálogo e liberar a circulação dos ônibus. Manifestantes reuniram-se no terminal no início da manhã, bloqueando os acessos e paralisando a operação dos coletivos. Com uma faixa estendida, eles protestaram por cerca de uma hora, gerando filas e atrasos para os passageiros que dependiam do serviço no horário de pico.

Conforme apurou o G1, a Polícia Militar atuou como mediadora e, após negociações, obteve a liberação do terminal. A circulação de ônibus foi normalizada em seguida, sem registro de confrontos ou violência.

O terminal Morro Alto é uma das principais conexões entre Vespasiano e Belo Horizonte, e a superlotação nos horários de pico é um problema crônico. Passageiros frequentemente reclamam de atrasos e da má conservação dos veículos, além de questionamentos sobre o custo-benefício da tarifa.

Em Goiânia, problemas similares são vividos por milhares de usuários diariamente. A superlotação nos ônibus, especialmente nas linhas que atendem a região central e bairros periféricos, é uma queixa constante. A pontualidade também é prejudicada, com atrasos que afetam a rotina de trabalhadores e estudantes, e a tarifa do transporte coletivo é frequentemente criticada pela população.

A manifestação em Vespasiano evidencia que a crise no transporte público é um fenômeno que transcende fronteiras estaduais, atingindo também Goiânia. Para os goianienses, o protesto serve como um espelho dos desafios locais, reforçando a necessidade de políticas públicas eficazes para o setor.

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