Uma mulher cadeirante de Praia Grande, São Paulo, conquistou na Justiça o direito a uma vaga de garagem acessível em seu condomínio, após decisão da 4ª Vara Cível, segundo o G1.
A sentença, que impõe multa diária de R$ 800 em caso de descumprimento, destaca a aplicação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e a necessidade de adaptação de espaços para pessoas com deficiência.
Em Goiânia, a realidade é diferente. A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência ainda não possui dados específicos sobre a quantidade de vagas adaptadas nos prédios, conforme apuração da reportagem.
Segundo o Google News Goiás, o estado se destaca em investimentos no setor audiovisual, mas a fiscalização de acessibilidade em condomínios ainda é um desafio, com a legislação local seguindo a LBI, mas carecendo de monitoramento eficaz.
O caso de Praia Grande serve como alerta para que autoridades e condomínios em Goiânia tomem medidas concretas para garantir os direitos das pessoas com deficiência, promovendo uma cidade mais inclusiva.