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Brasil

Greve na USP

Bônus para professores gera protesto de estudantes e funcionários

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Redação Biscoitei
14 de abril de 2026, 08:51 2 min de leitura
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Greve na USP

A Universidade de São Paulo (USP) está enfrentando uma greve de estudantes e funcionários após a aprovação de um bônus para professores pelo novo reitor. A paralisação pode afetar as atividades acadêmicas da universidade. A greve é a primeira grande crise enfrentada pelo novo reitor da USP.

A greve foi aprovada em assembleia na terça-feira (14/04/2026), e os funcionários também devem iniciar uma greve no mesmo dia. Essa é a primeira greve enfrentada pelo novo reitor da USP, que recentemente aprovou o bônus para os professores.

Segundo o Folha Cotidiano, a aprovação do bônus para professores foi o estopim para a greve. Conforme apurou o Folha Cotidiano, os estudantes e funcionários consideram que o bônus é injusto e que não resolve os problemas estruturais da universidade.

A greve na USP pode servir de exemplo para outras universidades do país, incluindo a Universidade Federal de Goiás (UFG), que também enfrenta desafios semelhantes. De acordo com o Folha Cotidiano, a UFG tem enfrentado problemas semelhantes de financiamento e infraestrutura.

A greve pode afetar os estudantes e professores goianos que têm vínculos com a USP ou que se inspiram nas políticas educacionais paulistas. Em Goiás, a medida pode afetar a parceria entre a UFG e a USP, que inclui projetos de pesquisa e intercâmbio de estudantes.

A greve na USP é um sinal de alerta para as universidades brasileiras, que enfrentam desafios semelhantes de financiamento e infraestrutura. A crise na USP pode ter consequências importantes para a educação no país.

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