Em Goiás, 48 feminicídios foram registrados em 2024, segundo dados da Polícia Civil, destacando a urgência de medidas eficazes contra a violência de gênero.
Especialistas apontam que o ciclo de violência muitas vezes começa com agressões psicológicas, evoluindo para o feminicídio. A implementação da Lei Maria da Penha é vista como um avanço, mas a falta de integração entre políticas de prevenção e apoio às vítimas é criticada.
O Tribunal de Contas de Pernambuco identificou fragilidades na rede de proteção às mulheres, refletindo um problema nacional que também afeta Goiás, onde a grande extensão territorial dificulta o acesso a redes de proteção em áreas rurais.
Dados do Observatório da Violência contra a Mulher indicam que a subnotificação é um fator crítico, tornando essencial o fortalecimento de campanhas de conscientização e atendimento humanizado às vítimas.
Especialistas defendem a necessidade de ações integradas entre estados para combater a violência de gênero, com foco na prevenção e apoio às vítimas, conforme discutido no podcast 'Eu Te Explico'.