A Prefeitura do Rio de Janeiro, sob a liderança do prefeito Eduardo Cavaliere, demitiu Monique Medeiros, ré pela morte do filho Henry Borel, em 25 de setembro de 2024.
Monique, que era professora na rede municipal, foi afastada após um processo administrativo disciplinar que apontou incompatibilidade com suas funções, segundo o G1. O caso de Henry Borel, que faleceu em 2019, gerou grande repercussão nacional.
Especialistas em direito administrativo afirmam que a decisão do Rio pode influenciar outras capitais a adotarem medidas mais rigorosas, como observado em Goiânia, onde a legislação prevê o afastamento de servidores réus, conforme o Diário Oficial do Município.
O caso de Monique Medeiros destaca a necessidade de clareza nas leis municipais sobre afastamentos. Em São Paulo, há precedentes de exonerações similares, refletindo uma tendência de maior rigor com servidores públicos envolvidos em processos criminais.
Enquanto a defesa de Monique não se pronunciou, a decisão da prefeitura ocorre em meio a pressões por uma postura mais firme em relação a servidores em situações jurídicas delicadas, conforme relatado pelo G1.