Pular para o conteúdo
Publicidade
Brasil

Ex-governadores de SC ficam fora do Congresso em 2026; Amin, Moisés e Colombo perdem

Esperidião Amin tentava reeleição ao Senado; Carlos Moisés e Raimundo Colombo disputavam a Câmara dos Deputados, segundo TRE-SC

R
Redação Biscoitei
08 de outubro de 2026, 19:00 2 min de leitura
Compartilhar:
🎧
OUÇA ESTA MATÉRIA
Ex-governadores de SC ficam fora do Congresso em 2026; Amin, Moisés e Colombo perdem
Foto: Reprodução/og:image

Os três ex-governadores de Santa Catarina que concorreram nas eleições de 2026 não obtiveram votos suficientes para se eleger. Esperidião Amin (PP) buscava novo mandato no Senado, enquanto Carlos Moisés (União Brasil) e Raimundo Colombo (PSD) disputavam vagas na Câmara dos Deputados. O resultado foi confirmado pela apuração oficial do Tribunal Regional Eleitoral catarinense.

Amin, que governou o estado por duas vezes e estava no Senado desde 2011, ficou fora da renovação da bancada catarinense na Casa. Moisés, eleito governador em 2018 e derrotado na reeleição em 2022, tentou a transição para a Câmara Federal. Colombo, com quatro mandatos de deputado federal e dois de governador, também não retornou a Brasília.

Segundo reportagem do G1 Santa Catarina, a apuração do TRE-SC mostrou que os três ficaram atrás dos eleitos em suas respectivas disputas. O cenário reflete a dificuldade de políticos com longas trajetórias executivas em converter capital eleitoral para o Legislativo em pleitos nacionais.

Em todo o país, ex-governadores que tentaram cadeiras no Congresso em 2026 tiveram desempenho variado. Alguns conseguiram se eleger, mas a taxa de sucesso foi inferior à de candidatos sem passagem pelo Executivo estadual, indicando que o eleitorado pode estar priorizando perfis legislativos ou novas lideranças.

Para Santa Catarina, a ausência dos três nomes tradicionais na bancada federal significa renovação forçada na representação do estado. Novos parlamentares assumirão as cadeiras a partir de 2027, o que pode alterar a dinâmica de votações de interesse catarinense no Congresso.

O resultado em Santa Catarina ilustra como mandatos anteriores no Executivo não garantem vitória em disputas proporcionais ou majoritárias para o Legislativo federal.

Compartilhar: