A campanha para o governo de Goiás em 2026 pode custar até R$ 17,3 milhões caso a eleição precise de segundo turno. O valor engloba as despesas projetadas para as duas etapas do pleito estadual.
A projeção foi divulgada pelo Tribuna do Planalto com base em monitoramento de veículos como Google News Goiás e G1, que reuniram três pautas sobre o tema. Segundo reportagem do Google News Goiás, a estimativa considera o teto de gastos permitido pela legislação eleitoral para a disputa majoritária no estado.
O montante reflete o limite legal que cada candidatura pode declarar, não necessariamente o que será efetivamente gasto. A legislação define tetos diferentes para primeiro e segundo turno, e a soma das duas etapas forma o valor máximo de R$ 17,3 milhões.
A transparência na aplicação desses recursos será um dos pontos centrais do debate público nas próximas semanas. Partidos e coligações terão de prestar contas à Justiça Eleitoral em prazos definidos, e qualquer irregularidade pode gerar sanções que vão de multa à cassação do registro.
Em Goiânia, onde se concentra o maior colégio eleitoral do estado, a fiscalização dos gastos de campanha ganha relevância prática: o volume de recursos movimentados influencia a exposição de propostas e o alcance das mensagens junto ao eleitorado da capital e do interior.
O teto de R$ 17,3 milhões coloca a disputa goiana entre as mais caras do Centro-Oeste e reforça a necessidade de acompanhamento rigoroso das contas partidárias.