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Brasil

Criança de 6 anos é baleada em ataque a casa em Maceió

Pai da menina era o alvo dos criminosos no bairro do Jacintinho; ocorrido na terça-feira (31) ainda sem prisões.

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Redação Biscoitei
05 de abril de 2026, 00:55 2 min de leitura
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Criança de 6 anos é baleada em ataque a casa em Maceió

Uma menina de seis anos foi alvejada na perna na noite de terça-feira (31), no bairro do Jacintinho, em Maceió, quando criminosos tentaram invadir sua casa. O pai dela era o objetivo dos agressores, que seguem sem identificação pelas forças de segurança. A criança foi resgatada, porém sua condição médica não foi informada.

Dois criminosos chegaram ao local em um veículo e tentaram arrombar a porta da casa onde a criança estava com o pai. Durante a ação, os homens efetuaram disparos de arma de fogo, e a menina foi atingida na perna por dois tiros. O pai não se feriu, e os suspeitos fugiram em seguida.

Conforme o G1, a menina foi levada a um hospital de Maceió, com a família optando por manter em reserva informações sobre seu estado de saúde. A unidade militar de número 13 da Polícia Militar verificou o ocorrido, mas não acrescentou detalhes.

A Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) foi acionada para atualizações, mas não se pronunciou até o momento.

O incidente reacende o debate nacional sobre a violência urbana e a exposição de crianças a tiroteios e balas perdidas.

Dados históricos do Ministério da Justiça apontam que crianças e adolescentes são frequentemente vítimas colaterais em conflitos entre facções ou em ações policiais, especialmente em regiões metropolitanas com alta incidência de crimes.

Em Goiás, a violência armada também preocupa, e a capital, Goiânia, registra índices que motivam discussões sobre políticas de segurança voltadas à proteção infantil.

Organizações locais defendem ações integradas, como programas de prevenção e maior presença social em áreas de risco, para reduzir a exposição de jovens a situações de perigo.

O caso de Maceió ilustra a vulnerabilidade de crianças em zonas de conflito urbano e reforça a necessidade de estratégias de segurança que priorizem a proteção dos mais jovens.

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