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Brasil

Coreia do Norte amplia presença na guerra da Ucrânia com mísseis próprios

Zelensky confirma uso de armamento norte-coreano; briefing cita valor de R$ 2,9 milhões sem detalhar natureza

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Redação Biscoitei
24 de agosto de 2026, 08:00 2 min de leitura
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Coreia do Norte amplia presença na guerra da Ucrânia com mísseis próprios
Foto: Reprodução/og:image

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky denunciou nesta semana a utilização de mísseis fabricados na Coreia do Norte nos combates contra a Rússia. A informação eleva o nível de envolvimento direto de Pyongyang no conflito europeu, segundo reportagem do G1.

O material de briefing consultado pela imprensa menciona um dado de R$ 2,9 milhões, embora não especifique se o valor refere-se a custos de produção, quantidades entregues ou outro parâmetro logístico. A ausência de detalhamento impede precisar o alcance exato do fornecimento.

Analistas de segurança internacional observam que a entrada de armamento norte-coreano no teatro de operações altera cálculos de dissuasão e pressiona cadeias de suprimento já tensionadas. O movimento também reforça a alinhamento entre Moscou e Pyongyang, formalizado em tratado de parceria estratégica assinado em 2024.

Para o Brasil, que mantém posição de defesa de solução negociada e condena violações do direito internacional, o episódio adiciona complexidade às discussões em fóruns multilaterais. O Itamaraty acompanha a escalada sem alterar, até o momento, a linha diplomática adotada desde o início da invasão russa.

Especialistas ouvidos pela imprensa internacional avaliam que o próximo passo pode envolver envio de pessoal técnico ou ampliação de tipos de munição, cenário que transformaria a Coreia do Norte em parte beligerante de fato, não apenas fornecedora.

A incorporação de mísseis norte-coreanos ao arsenal russo marca nova fase na internacionalização do conflito e testa a capacidade de resposta coletiva do Ocidente.

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