O Tribunal do Júri de Valinhos condenou, em 25 de outubro de 2023, um motorista por atropelar fatalmente Leo Luiz Ribeiro, manifestante do MST, em 2019, com pena convertida em serviços comunitários.
Segundo o G1, a decisão gerou protestos do MST, que considerou a pena branda e destacou os riscos enfrentados por movimentos sociais durante ocupações, como a de Marielle Vive, onde ocorreu o crime.
O caso ocorre em meio a um histórico de violência em conflitos fundiários no Brasil, com o MST frequentemente em confronto com forças de segurança, conforme relatado por Wesley Justino da EPTV.
Em Goiás, onde o MST mantém várias ocupações, o precedente de Valinhos é significativo. A ocupação da fazenda Santa Helena em 2022, por exemplo, já registrou episódios de violência, segundo fontes locais.
A decisão judicial em São Paulo levanta questões sobre a efetividade da justiça em proteger os direitos sociais e a segurança dos manifestantes, especialmente em estados como Goiás, onde tais tensões são comuns.