O climatério, fase que antecede a menopausa, afeta milhões de mulheres no Brasil, com sintomas como ondas de calor, insônia e alterações de humor. A reposição hormonal pode ser uma opção terapêutica, mas só é indicada após avaliação médica individualizada, considerando histórico de saúde e fatores de risco.
Segundo o G1, a reposição hormonal é recomendada para mulheres com sintomas moderados a intensos que impactam a qualidade de vida, especialmente se iniciados nos primeiros anos após a última menstruação. O tratamento não é universal e exige exames prévios, como dosagem hormonal, mamografia e avaliação cardiológica, para evitar complicações como trombose e câncer de mama.
Conforme apurou o G1, mulheres com histórico de câncer de mama, trombose venosa profunda, doenças hepáticas ou AVC não são candidatas ao tratamento. A terapia também é contraindicada para aquelas que não apresentam sintomas significativos, pois os riscos podem superar os benefícios. Médicos destacam que a decisão deve ser compartilhada entre paciente e profissional, com acompanhamento contínuo.
De acordo com G1, o uso de hormônios sintéticos ou bioidênticos tem sido objeto de debates científicos desde os anos 2000, após estudos como o Women's Health Initiative, que revelaram riscos associados ao uso prolongado. Desde então, as diretrizes evoluíram para tratamentos mais curtos e personalizados, com foco em alívio sintomático e não em prevenção de doenças crônicas.
Embora Goiás não tenha litoral, o consumo de plástico e o descarte inadequado no Centro-Oeste contribuem para a poluição que chega aos oceanos — e os produtos consumidos em Goiânia podem estar ligados a casos como o do caranguejo preso em embalagem. A cidade pode ser um ponto de partida para campanhas de redução de plástico de uso único, já que 70% do lixo urbano gerado em Goiânia é composto por embalagens descartáveis, segundo dados do Ibama.
A reposição hormonal é uma ferramenta válida, mas não pode ser tratada como solução genérica. A decisão deve ser baseada em evidências e individualizada, refletindo a complexidade da saúde feminina na fase do climatério.