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Brasil

CIA cria força-tarefa para desestabilizar governo de Cuba, revelam veículos

The New York Times e G1 confirmam existência de unidade dedicada a operações contra Havana

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Redação Biscoitei
07 de agosto de 2026, 09:00 2 min de leitura
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CIA cria força-tarefa para desestabilizar governo de Cuba, revelam veículos
Foto: Reprodução/og:image

A Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) montou uma força-tarefa específica para desestabilizar o governo de Cuba, segundo reportagens publicadas por veículos internacionais e confirmadas por fontes da própria agência.

A informação foi revelada pelo The New York Times e repercutida pelo G1, com base em relatórios que descrevem a criação de uma estrutura interna voltada a ações encobertas contra a ilha. Fontes da CIA admitiram a existência da unidade, embora detalhes sobre seu escopo operacional e cronograma não tenham sido divulgados.

A iniciativa marca uma escalada na postura de Washington em relação a Havana, que já enfrenta sanções econômicas de longa data. Analistas ouvidos pela imprensa internacional avaliam que a força-tarefa pode envolver operações de influência, apoio a grupos de oposição e ações cibernéticas, táticas já empregadas em outros contextos da Guerra Fria e do período posterior.

Historicamente, os Estados Unidos mantiveram programas destinados a mudar o regime cubano, desde a invasão da Baía dos Porcos em 1961 até programas de rádio e TV dirigidos à ilha. A diferença agora, segundo especialistas, seria a institucionalização de uma equipe permanente dentro da CIA com mandato explícito de desestabilização, o que sinaliza prioridade estratégica renovada.

A revelação ocorre em momento de tensão regional, com Cuba enfrentando crise energética, escassez de alimentos e protestos esporádicos. Governos latino-americanos e organismos multilaterais ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a notícia, mas a comunidade diplomática acompanha os desdobramentos com atenção.

A existência da força-tarefa reforça a disposição dos EUA em pressionar Havana por meios não convencionais, adicionando um novo capítulo a seis décadas de confrontação bilateral.

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