Goiânia registra alta superior a 600% nos casos de chikungunya, e a prefeitura amplia as medidas de controle do Aedes aegypti. O crescimento acende alerta nas equipes de vigilância epidemiológica da capital.
Segundo reportagem do Diário da Manhã, o salto no número de notificações ocorreu em período recente, embora a publicação não especifique a data exata da divulgação dos dados. O índice representa uma escalada que exige resposta coordenada entre secretarias de saúde e agentes de campo.
A gestão municipal anunciou mutirões de vistoria em imóveis, aplicação de larvicida em pontos estratégicos e campanhas educativas em bairros com maior concentração de focos. Equipes de endemias atuam com apoio da Guarda Civil Metropolitana para acessar propriedades fechadas ou abandonadas.
A chikungunya é transmitida pela picada da fêmea do Aedes aegypti, mesmo vetor da dengue e da zika. Os sintomas incluem febre alta, dores intensas nas articulações, erupções cutâneas e prostração, podendo evoluir para quadro crônico em parte dos pacientes.
Unidades de saúde da rede municipal foram orientadas a notificar todo caso suspeito em até 24 horas e a organizar fluxo de atendimento para evitar superlotação. A secretaria municipal de Saúde reforça que a eliminação de criadouros domésticos continua sendo a medida mais eficaz de prevenção.
O avanço da doença pressiona o sistema de saúde local e exige participação ativa da população no combate aos criadouros do mosquito.