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Brasil

Candidatos ao governo do RS cumprem agenda com debate e panfletagem nesta quarta

Luciano Zucco e Rejane de Oliveira participaram de atividades de campanha; até 2 de outubro responderão a perguntas de eleitores em projeto da RBS TV

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Redação Biscoitei
30 de setembro de 2026, 22:00 2 min de leitura
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Candidatos ao governo do RS cumprem agenda com debate e panfletagem nesta quarta
Foto: Reprodução/og:image

Os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul Luciano Zucco, do PL, e Rejane de Oliveira, do PSTU, dedicaram a quarta-feira a compromissos de campanha que incluíram debate, entrevistas, rotas com caminhão de som e distribuição de material impresso. A agenda marca a reta final antes do primeiro turno.

Zucco e Rejane dividiram o dia entre participação em debate promovido por veículos de comunicação, concessão de entrevistas a rádios e TVs locais e deslocamentos em caminhões de som por bairros de diferentes regiões do estado. A panfletagem ocorreu em pontos de grande circulação, com equipes de voluntários abordando eleitores nas ruas.

Segundo reportagem do G1, ambos os candidatos integram até 2 de outubro o projeto da RBS TV que coleta perguntas de eleitores nas ruas e as encaminha para resposta direta dos postulantes ao Piratini. A iniciativa prevê a exibição das respostas nos telejornais da emissora nos próximos dias.

A dinâmica observada no Rio Grande do Sul — combinação de debate televisionado, corpo a corpo nas ruas e uso de estrutura móvel de som — repete padrão comum em campanhas estaduais pelo país. Em Goiás, candidaturas ao governo costumam adotar roteiro semelhante nas últimas semanas, com prioridade para cidades do entorno de Goiânia e para o interior onde a penetração de sinal de TV é menor.

A diferença de espectro ideológico entre os dois candidatos gaúchos — Zucco alinhado à direita e Rejane à esquerda — não alterou a logística básica da agenda: ambos precisam ocupar espaços de mídia tradicional e garantir presença física nos municípios onde a votação se decide no corpo a corpo.

A reta final no RS expõe como candidaturas de campos opostos recorrem aos mesmos instrumentos de alcance de massa e proximidade para converter indecisos nos dias que antecedem a votação.

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