Empreendedores de diferentes regiões do Brasil estão transformando o conceito de buquês com opções comestíveis, gigantes e de açúcar, registrando receitas de até R$ 1,4 milhão. Reportagem do G1 revela que essas inovações já são realidade em São Paulo e Brasília.
Em Goiânia, o setor floricultor analisa a viabilidade de importar essas tendências.
O tradicional buquê de flores está sendo repensado por empreendedores que combinam expressão artística, gastronomia e estratégias de marketing.
As novas versões incluem buquês comestíveis, feitos com frutas ou chocolates, e opções gigantes, com centenas de flores, além de flores de açúcar que reproduzem detalhes de espécies naturais.
Segundo o G1, em São Paulo, artesãos produzem flores de açúcar detalhadas, enquanto em Brasília buquês compostos por até mil rosas se tornaram símbolo de luxo para datas comemorativas.
Esses modelos têm atraído clientes dispostos a pagar mais por exclusividade e personalização.
Historicamente, o mercado de flores no Brasil era dominado por buquês convencionais, mas a busca por experiências únicas tem impulsionado a diversificação.
A inovação permite que pequenos empreendedores alcancem faturamentos expressivos, como os R$ 1,4 milhão relatados em casos de sucesso.
Em Goiânia, a reportagem apurou que o setor ainda é conservador, com poucas floriculturas oferecendo opções fora do convencional.
No entanto, há sinais de interesse por parte de consumidores para buquês temáticos, especialmente em casamentos e eventos corporativos, o que pode abrir espaço para adaptações locais.
A entrada dessas tendências em Goiânia dependerá da capacidade do mercado local de absorver a inovação, equilibrando custos de produção e aceitação do público.
O sucesso em outras capitais indica potencial, mas a adaptação ao gosto goiano será crucial.