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Brasil

Briga com motoboy no RS reacende debate sobre segurança de entregadores em Goiânia

Caso envolvendo jogadores do Brasil de Pelotas ilustra riscos; na capital, motoboys relatam aumento da violência e cobram políticas públicas.

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Redação Biscoitei
01 de abril de 2026, 17:15 2 min de leitura
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Briga com motoboy no RS reacende debate sobre segurança de entregadores em Goiânia

Uma briga envolvendo dois atletas do Brasil de Pelotas e um entregador por aplicativo em Pelotas (RS) durante a madrugada de domingo (29) é investigada pela Polícia Civil, destacando a segurança dos motoboys em Goiânia. O incidente, que incluiu agressões físicas e a queda da motocicleta do entregador, foi registrado em vídeo.

Segundo as investigações, os envolvidos pediram 22 cervejas, mas pelo menos cinco latas estavam danificadas, causando discussão sobre o pagamento. A briga evoluiu para agressões recíprocas, com um dos atletas derrubando a moto do entregador.

Imagens divulgadas nas redes sociais registram o confronto. Conforme o G1, a polícia do Rio Grande do Sul instaurou inquérito para investigar os envolvidos. Os atletas e o entregador serão ouvidos nas próximas semanas.

A direção do clube pelotense não emitiu posicionamento até o momento.

Em Goiânia, a situação dos motoboys tem sido alvo de preocupação. Nos últimos meses, relatos de assaltos, agressões e até sequestros durante entregas se multiplicaram. A categoria cobra das autoridades medidas urgentes, como a criação de pontos de apoio e maior patrulhamento em áreas de risco.

A violência contra trabalhadores de aplicativos não é um problema exclusivo de Goiânia, mas a capital goiana figura entre as cidades com maior número de ocorrências no Centro-Oeste. Especialistas apontam que a falta de regulamentação específica e a exposição constante desses profissionais nas ruas contribuem para a vulnerabilidade.

O caso do Rio Grande do Sul serve como um lembrete de que o debate precisa ser ampliado. A confusão no RS reforça a urgência de políticas de proteção aos motoboys em Goiânia, onde a categoria lida diariamente com o risco de violência. A expectativa é que o incidente estimule um diálogo entre governo, empresas de aplicativo e sindicatos.

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