Desde março, a fiscalização de trânsito no Brasil intensificou a verificação de ciclomotores, o que trouxe dúvidas sobre as regras para bicicletas elétricas. Em Goiânia, o aumento no uso desses veículos, especialmente na Orla do Parque Anhanguera, destaca a necessidade de entender as normas distintas para cada tipo.
A confusão entre bicicletas elétricas e ciclomotores é comum, mas a legislação os trata de forma separada. Enquanto os ciclomotores são veículos motorizados com limitações de velocidade e potência, as bicicletas elétricas são consideradas veículos de propulsão humana assistida, com regras mais flexíveis.
Segundo o G1, a norma técnica define ciclomotores como aqueles com velocidade máxima de 50 km/h e potência de até 4 kW, exigindo emplacamento, carteira de habilitação e circulação apenas em vias urbanas. Já as bicicletas elétricas, que não possuem limite de potência especificado, podem circular em ciclovias, ciclofaixas e até em áreas de pedestres, desde que respeitem a velocidade máxima de 25 km/h.
Conforme apurou o G1, dados do Ministério das Cidades indicam que a adesão a alternativas não poluentes aumentou nos últimos anos, impulsionada por questões ambientais e de mobilidade urbana em Goiânia. A Orla do Parque Anhanguera tornou-se um dos pontos mais procurados por quem opta por esses meios de transporte.
A nova regulamentação, fiscalizada desde março, visa reduzir acidentes e garantir a segurança de todos os usuários das vias. Para os goianienses, entender essa distinção é essencial para evitar multas e contribuir para um trânsito mais ordenado.
Com as regras claras, ciclistas e motociclistas elétricos podem utilizar as vias de forma legal e segura, promovendo uma mobilidade mais sustentável na capital.