O Amazonas empossou a primeira promotora de Justiça transgênero do Brasil. Fabi Diniz de Queiroz Pilate assumiu o cargo em cerimônia que marca um avanço na representatividade dentro do Ministério Público brasileiro.
A posse ocorreu em Manaus e consolida a trajetória de Fabi, que já atuava como servidora do órgão antes de ser aprovada no concurso para promotora. A nomeação é vista por entidades de direitos humanos como um passo concreto para a inclusão de pessoas trans em espaços de poder.
Segundo reportagem do G1, a nova promotora destacou a importância simbólica e prática da conquista para a comunidade LGBTQ+. Ela afirmou que pretende atuar com foco na defesa de direitos fundamentais e no combate à discriminação.
O Ministério Público do Amazonas informou que a posse segue os trâmites regulares de nomeação dos aprovados no último certame. A instituição reforçou o compromisso com a diversidade no quadro funcional.
A chegada de uma promotora trans ao cargo abre precedente para que outros estados sigam o mesmo caminho. Especialistas em direito antidiscriminatório avaliam que a representatividade interna fortalece a atuação do órgão na proteção de grupos vulneráveis.
A posse de Fabi Pilate amplia a diversidade no sistema de justiça e sinaliza avanços na garantia de direitos para a população trans no país.