Em 2021, uma estátua de 5 metros de Belzebu instalada em Alvorada (RS) chamou a atenção nacional, destacando a busca por visibilidade das práticas umbandistas, segundo o G1. Em Goiânia, a presença de terreiros e espaços religiosos afro-brasileiros enfrenta desafios semelhantes.
Em Goiânia, conforme apurado, a cidade abriga diversos terreiros de umbanda e candomblé, mas também relatos de intolerância religiosa. Em 2022, por exemplo, houve agressões verbais a um terreiro no bairro Campinas, segundo registros locais.
Especialistas apontam que a visibilidade de símbolos religiosos, como a estátua de Belzebu, pode tanto combater estigmas quanto provocar reações negativas. Em Goiânia, a convivência entre diferentes credos é histórica, mas ainda há espaço para políticas públicas que promovam o diálogo inter-religioso.
A liberdade religiosa, garantida pela Constituição, enfrenta desafios na prática. A expansão de santuários umbandistas, como o de Alvorada, serve de espelho para as discussões locais sobre aceitação e respeito às práticas religiosas afro-brasileiras.
O caso de Alvorada simboliza a resiliência e a luta por espaço religioso. Em Goiânia, a necessidade de políticas públicas de tolerância é reforçada, para que práticas umbandistas sejam exercidas sem medo, segundo especialistas.